sexta-feira, 26 de julho de 2013

AS 12 TRADIÇÕES DE NARCÓTICOS ANÔNIMOS

1 – O nosso bem-estar comum deve vir em primeiro lugar; a recuperação individual depende da unidade de NA.

2 – Para o nosso propósito comum existe apenas uma única autoridade – um Deus amoroso que se expressa na nossa consciência coletiva. Nossos líderes são apenas servidores de confiança, eles não governam.

3 – O único requisito para ser membro é o desejo de parar de usar.

4 – Cada grupo deve ser autônomo, exceto em assuntos que afetem outros grupos ou NA como um todo.

5 – Cada grupo tem apenas um único propósito primordial – levar a mensagem ao adicto que ainda sofre.

6 – Um grupo de NA nunca deverá endossar, financiar ou emprestar o nome de NA a nenhuma sociedade relacionada ou empreendimento alheio, para evitar que problemas de dinheiro, propriedade ou prestígio nos desviem do nosso propósito primordial.

7 – Todo grupo de NA deverá ser totalmente auto-sustentável , recusando contribuições de fora.

8 – Narcóticos Anônimos deverá manter-se sempre não profissional, mas nossos centros de serviço podem contratar trabalhadores especializados.

9 – NA nunca deverá organizar-se como tal; mas podemos criar quadros de serviço ou comitês diretamente responsáveis perante aqueles a quem servem.

10 – Narcóticos Anônimos não tem opinião sobre questões alheias; portando o nome de NA nunca deverá aparecer em controvérsias públicas.

11 – Nossa política de relações públicas baseia-se na atração, não em promoção; na imprensa, rádio e filmes precisamos sempre manter o anonimato pessoal.

12 – O anonimato é o alicerce espiritual de todas as nossas Tradições, lembrando-nos sempre de colocar princípios acima de personalidades.

OS 12 PASSOS DE NARCÓTICOS ANÔNIMOS

1 – Admitimos que éramos impotentes perante a nossa adicção, que nossas vidas tinham se tornado incontroláveis.

2 - Viemos a acreditar que um Poder Maior do que nós poderia devolver-nos à sanidade.

3 – Decidimos entregar nossa vontade e nossas vidas aos cuidados de Deus, da maneira como nós O compreendíamos.

4 – Fizemos um profundo e destemido inventário moral de nós mesmos.

5 – Admitimos a Deus, a nós mesmos e a outro ser humano a natureza exata das nossas falhas.

6 – Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.

7 – Humildemente pedimos a Ele que removesse nossos defeitos.
8 – Fizemos uma lista de todas as pessoas que tínhamos prejudicado, e dispusemo-nos a fazer reparações a todas elas.

9 – Fizemos reparações diretas a tais pessoas, sempre que possível, exceto quando fazê-lo pudesse prejudica-las ou a outras.

10 – Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.

11 - Procuramos, através da prece e meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus, da maneira como nós O compreendíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua Vontade em relação a nós, e o poder de realizar essa vontade.

12 – Tendo experimentado um despertar espiritual, como resultado destes passos, procuramos levar esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O que fazer para melhorar o cérebro ?

Dr. Paulo Niemeyer Filho - Neurocirurgião.

Recentemente, devolveu ao Maestro João Carlos Martins os movimentos no braço e mão esquerda através de cirurgia no cérebro,uma experiência inédita e magnifica! Nos relembra do cuidados que devemos ter para manter uma mente sã. 

O que fazer para melhorar o cérebro ?Vc. tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se está deprimido, reclamando de tudo, com a auto estima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória são por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter alegria. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a auto estima no ponto.

Cabeça tem a ver com alma? Eu acredito que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma... Isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo. Isto comprova que os sentimentos se originam no cérebro e não no coração.

Você acha que a vida moderna atrapalha?  Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na Idade Média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro? Todo exagero. Na bebida, nas drogas, na comida, no mau humor, nas reclamações da vida, nos sonhos, na arrogância,etc. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro muito bom num corpo muito maltratado, e vice-versa.

Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia? Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente que te faz infeliz. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer? Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem mentalmente ,com saúde e bom aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas? O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

Você acredita em Deus? Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vamos até a família e dizemos: "Ele está salvo".
Aí, a família olha pra você e diz: "Graças a Deus!".

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós, que existe algo mais, independente de religião.

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