Texto retirado do site PsiqWeb
http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=392&sec=34
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Codependência é um transtorno emocional definido e conceituado por volta das décadas de 70 e 80, relacionada aos familiares dos dependentes químicos, e atualmente estendido também aos casos de alcoolismo, de jogo patológico e outros problemas sérios da personalidade.
Codependentes são esses familiares, normalmente cônjuge ou companheira(o), que vivem em função da pessoa problemática, fazendo desta tutela obsessiva a razão de suas vidas, sentindo-se úteis e com objetivos apenas quando estão diante do dependente e de seus problemas. São pessoas que têm baixa auto-estima, intenso sentimento de culpa e não conseguem se desvencilhar da pessoa dependente.
O que parece ficar claro é que os codependentes vivem tentando ajudar a outra pessoa, esquecendo, na maior parte do tempo, de cuidar de sua própria vida, auto-anulando sua própria pessoa em função do outro e dos comportamentos insanos desse outro. Essa atitude patológica costuma acometer mães (e pais), esposas (e maridos) e namoradas(os) de alcoolistas, dependentes químicos, jogadores compulsivos, alguns sociopatas, sexuais compulsivos, etc.
Uma expressão que representa bem a maneira como o codependente adere à pessoa problemática é atadura emocional. Dizemos que existe atadura emocional quando uma pessoa se encontra atrelada emocionalmente a coisas negativas ou patológicas de alguém que o rodeia; seja esposo, filho, parente, companheiro de trabalho, etc. Devida a essas amarras emocionais o codependente passa a ser quase um outro dependente (d pessoa problemática).
A codependência se manifesta de duas maneiras: como um intrometimento em todas as coisas da pessoa problema, incluindo horário de tomar banho, alimentação, vestuário, enfim, tudo o que diz respeito à vida do outro. Em segundo, tomando para si as responsabilidades do outra pessoa. Evidentemente, ambas atitudes propiciam um comportamento mais irresponsável ainda por parte da pessoa problemática.
Percebe-se na codependência um conjunto de padrões de conduta e pensamentos (patológicos) que, além compulsivos, produzem sofrimento. O codependente almeja ser, realmente, o salvador, protetor ou consertador da outra pessoa, mesmo que para isso ele esteja comprovadamente prejudicando e agravando o problema do outro.
O problema do codependente é muito mais dele do que da pessoa problemática.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
O JOVEM LENHADOR
Havia um jovem lenhador, cheio de vitalidade e motivação. Em seu primeiro dia de trabalho, entusiasmou-se muito, pois havia derrubado 100 árvores. Vinte a mais do que a média de outros lenhadores. No dia seguinte, fez 101 árvores tombarem, no outro, 97. E assim, dia após dia seu esforço foi aumentando e a produtividade caindo cada vez mais. Ao décimo dia, contou, muito cansado, 79 árvores no chão. Parou e foi pedir ajuda. E ela veio. O mais experiente dos lenhadores ensinou:
- Sua dedicação é maravilhosa e surpreendente, mas quantas vezes você parou para afiar o machado?
Qualquer um consegue ficar entusiasmado no início de uma empreendimento. Mas as tarefas normais e monótonas do dia a dia vão cancelando o entusiasmo do início, e muitos desistem, devido as dificuldades que vão surgindo. Mostrando-lhes que os sonhos são mais difíceis que se imaginava.
Nos precisamos alimentar a nossa mente, assim como o corpo, diariamente, com informações saudáveis e motivadoras. A motivação é como bateria de celular e deve ser recarregada sempre. Pessoas quando motivadas conseguem trabalhar sem sentir cansaço, enfrentar problemas sem desanimar.
Por isso é importante todo dia ler, meditar e pensar positivamente. E quando o desânimo começar a aparecer procure conversar com as pessoas,pedir ajuda. Você pode se surpreender com o que vai receber, encontrar!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Instituto Crack, Nem Pensar
Olá, amigos em Cristo.
Vejam que boa notícia:

INSTITUTO CRACK NEM PENSAR É LANÇADO EM PORTO ALEGRE
Solenidade de assinatura do protocolo de cooperação ocorreu nesta terça-feira
Sete entidades públicas e privadas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina lançaram, hoje, em Porto Alegre, o Instituto Crack, Nem Pensar. O objetivo da organização de direito privado, sem fins lucrativos, é o desenvolvimento de ações de ensino, pesquisa e extensão, apoiando iniciativas da sociedade para o enfrentamento do consumo do crack e outras drogas.
No início da cerimônia, foi apresentado um vídeo com o balanço da campanha, mostrando depoimentos de usuários e familiares, além de reportagens do Grupo RBS sobre o tema.
— Estamos muito orgulhosos de fazer esse encontro na nossa casa. A RBS tem tradição de mobilizar todos os seus veículos para causas visando ao interesse coletivo. Este trabalho representou um embrião, um alerta para todo o país. O instituto dará continuidade aos vários esforços para contribuir na erradicação das drogas — disse o presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky, durante a solenidade de assinatura do protocolo de cooperação, no Salão Nobre do Grupo RBS, na Capital, com a presença dos parceiros.
O instituto terá sede inicial em Porto Alegre e reforçará a campanha Crack, Nem Pensar, que vem sendo promovida desde maio de 2009 pela RBS, mobilizando gaúchos e catarinenses.
O Instituto Crack, Nem Pensar pretende amplificar o mutirão social. Uma das primeiras medidas será instalar o Observatório sobre o Crack e outras Drogas, um centro de referência que contará com um banco de dados para mapear as práticas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no país. As informações serão centralizadas em um site, com indicadores sobre o assunto.
Ação policial
O instituto é fundado no momento de maior repressão policial e de conscientização das pessoas sobre os malefícios do crack. Números da Secretaria da Segurança Pública e das polícias expõem que a prisão de traficantes e as apreensões da droga sobem pelo menos 15% no ano. São quase 4,3 mil pedras retiradas de circulação, na média diária, por Brigada Militar e Polícia Civil. Um dos reflexos positivos é a queda nos índices de criminalidade. Os casos de roubo de veículos, por exemplo, despencaram 18% nos primeiros 10 meses de 2010.
Os parceiros
As organizações gaúchas e catarinenses que formarão o Instituto Crack Nem Pensar:
- Associação Catarinense do Ministério Público (ACMP)
- Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (AMP/RS)
- Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris)
- Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC)
- Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho
- Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
- Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
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