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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Codependência: A doença da perda da alma
Amigos em Cristo, segue texto extraído de artigo de Roberto Ziemer, mestre em psicologia social pela PUC-SP e terapeuta formado pelo Grof Transpersonal Center. Texto original em: http://www.plenitude.com.br/index.php?paginas_ler&artigos&id=931
A codependência (http://www.codabrasil.org/) tem origem e é reforçada nas instituições (família, escola, empresa, igreja) baseadas em regras rígidas de comportamento que impedem a espontaneidade, em que não há espaço para a expressão de nossa verdadeira identidade. Algumas das regras mais comuns nestes ambientes são:
Não fale de problemas ou conflitos
Isto pode ser interpretado como crítica ou ataque àqueles que estimamos ou dependemos. Além disso, não faça esforços para resolver realmente os problemas, pois ao contrário do discurso, estes precisam perdurar para que algumas pessoas continuem controlando ou comandando.
Não expresse sentimentos
Sentimentos podem revelar temas ou assuntos proibidos (tabus). Também podem reavivar memórias que a maioria das pessoas gostaria de esquecer.
Sempre se comunique de forma indireta
Muitos pais, professores ou líderes de empresa têm dificuldade de comunicar-se e expressar-se de forma direta e transparente. Isto obriga a uma comunicação indireta, por meio de intermediários;
Não seja egoísta - preocupe-se com os outros em primeiro lugar, principalmente aqueles que têm "problemas". Suas necessidades e desejos não são importantes - coloque-as no final da lista.
Faça o que eu digo, não o que eu faço
Aqueles que têm poder - adultos (para a criança) e líderes (para os adultos) - muitas vezes não se sentem obrigados a fazer o que falam, mas exigem que as pessoas que delas dependem se iludam com seus discursos.
É proibido brincar e relaxar
É preciso estar sempre ocupado, fazendo alguma coisa, atento e preparado para a próxima crise. Relaxar é perigoso, pois permite uma conscientização das regras tóxicas do grupo;
É proibido errar - errar é vergonhoso e passível de punição ou humilhação, pois revela que somos imperfeitos, pecadores, distantes da meta cristã ("à imagem e semelhança de Deus"). Por isso, se errar esconda, ou encontre um culpado.
Sacrifique-se
Não se preocupe com suas necessidades, nem com os sacrifícios que você terá que fazer para "ajudar" (salvar) os outros, ou encobrir suas dificuldades.
Os padrões de codependência
Sob a influência das regras de conduta estabelecidas pelos grupos com os quais convivemos (expostos acima), da qualidade de nossos primeiros relacionamentos e de nossa própria constituição psicológica (tendências inatas), escolhemos papéis ou padrões de codependência que definem nossas escolhas, comportamentos e atitudes. Estes papéis têm a função tanto de encobrir o vazio de identidade, quanto o de dar algum significado à nossa percepção confusa ou distorcida de mundo.
"Salvador" ou "Consertador" - a auto estima destas pessoas passa a depender da capacidade de ajudar ou "salvar" outras pessoas, especialmente as "vítimas", aquelas que não querem se responsabilizar pelos próprios problemas;
"Agradadores" - estão sempre preocupados em agradar, pois não acreditam que as pessoas com as quais convivem possam achá-los interessantes - com base numa auto estima negativa os "agradadores" estão sempre se achando inoportunos ou impróprios;
"Inadequados" ou "perdedores" - sentem-se como os "agradadores" - imperfeitos, "defeituosos", "errados" - mas desistiram de fazer qualquer esforço para agradar. Ao contrário, se envolvem em situações difíceis ou desastrosas apenas para confirmar o papel de "perdedores";
"Perfeccionistas" - acreditam que apenas serão amados ou reconhecidos se forem "perfeitos". Perfeccionistas são extremamente críticos e severos consigo mesmos e com os outros, o que gera relacionamentos conflituosos e estressantes;
"Super-empreendedores" - são escolhidos como "heróis" da família, aqueles que irão encobrir as dificuldades, humilhações e derrotas do passado através de grandes feitos - tornarem-se cientistas renomados, empresários de sucesso, artistas conhecidos. Tem compulsão pelo trabalho, e pouco tempo para relacionamentos com outras pessoas ou consigo mesmo;
"Narcisistas" - são extremamente inseguros e apresentam baixa auto estima, que encobrem com uma "fachada" de autoconfiança elevada e grande capacidade de manipular e iludir os "agradadores", "inadequados" e "super-empreendedores". Não aceitam ser questionados ou criticados, e precisam ser sempre o centro das atenções.
Cura e Transformação
Os padrões de codependência, embora necessários nos primeiros anos de vida, tornam-se, gradativamente, fonte de frustração e limitação interior. Enquanto nossas ações e decisões estiverem sob a influência destes papéis estaremos impossibilitados de ter uma vida plena e satisfatória.
Para modificar esta situação precisamos estar dispostos a encarar um programa de auto desenvolvimento, que seja capaz tanto de nos ajudar a identificar e desvencilhar dos padrões destrutivos (eu falso), quanto apoiar a manifestação de nossa verdadeira identidade (eu verdadeiro).
Quer começar a mudança? Procure o grupo de Amor-Exigente mais perto de sua casa, do seu trabalho. E boa transformação!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
O Natal da escolha pela vida
Deus é amor,
Mas qual o significado dessa afirmação?
Deus é amor,
Mas, após a sua morte, precisou que 11 homens levassem sua palavra para o resto do mundo.
Deus é amor,
Mas precisou que os homens o maltratassem, batessem, e o matássem, pregando-o numa cruz.
Deus é amor,
Mas precisou que a multidão o condenasse à morte aos berros.
Deus é amor,
Mas precisou que um de seus discípulos o traísse e entregasse aos guardas.
Deus é amor,
Mas precisou da coragem e da confiança de um homem para fazê-lo andar sobre as águas.
Deus é amor,
Mas precisou de cinco pães e dois peixes para só então multiplicá-los.
Deus é amor,
Mas precisou de mãos obedientes que jogassem as redes ao mar.
Deus é amor,
Mas precisou da colaboração dos serventes para encher os barris de água para então transformá-la em vinho.
Deus é amor,
Mas precisou da demonstração de fé de cada homem e de cada mulher cada vez que operou um de seus milagres.
Deus é amor,
Mas precisou de um homem para batizá-lo no rio Jordão.
Deus é amor,
Mas precisou que José acreditasse nas promessas de um anjo em um de seus sonhos.
Deus é amor,
Mas precisou da aceitação de uma mulher simples para que seu filho viesse ao mundo.
Deus é amor,
E fez questão de nascer homem para experimentar as nossas tentações, os nossos sofrimentos, as nossas dores, as nossas angústias e com isso nos ensinar o seu amor.
Jesus Cristo foi o professor do amor de Deus. Ao longo da sua história conosco aqui na Terra deu provas de que precisa da ação do homem para realizar o seu amor.
O amor de Deus não é afeto, não é bemquerer, não é romantismo, não é serenata, não é um sentimento, não se realiza em nosso coração. O amor de Deus é um amor de dentro pra fora, é um amor que nasce na gente e se realiza no outro.
É amor-atitude, é um amor-doação, é um amor que precisa do seu compromisso, do seu gesto para se concretizar.
Deus é amor e é um amor-exigente.
Um amor que não faz nada sozinho. Um amor que é sempre pela metade. Um amor que precisa ser completado. Que exige entrega, que exige confiança, que exige desapego, que exige fé.
Com a nossa participação, o amor de Deus opera milagres.
Se do ventre de uma virgem nasceu uma criança,
Será que o Espírito Santo não pode proteger o seu filho, o seu esposo para que não experimentem a droga?
Será que o Espírito Santo não pode encorajar uma família a viver o amor-exigente? Não pode encorajar uma família a participar de grupos de apoio todas as semanas, durante um ano, dois anos, o tempo que precisar?
Será que o Espírito Santo não pode convencer um dependente químico a aceitar o tratamento? Não pode lhe dar forças para não recair?
Será que o Espírito Santo não pode devolver a vida a um dependente químico?
O Natal é a celebração do nascimento do amor. Será que o Espírito Santo não fará o amor nascer em você?
Que o seu Natal seja o nascimento de um amor que é exigente. De um amor que torna os dias mais leves. Que traz a paz. Que ensina a conviver, que ensina a ajudar, que ensina a partilhar, que ensina que antes de dar daquilo que você tem, você precisa dar daquilo que você é.
Deus é amor, Deus é a vida, mas, para nascer, precisa do seu consentimento, da sua participação, da sua escolha.
Escolhe, pois, a vida.
Feliz Natal para você e para toda a sua família.
Da equipe do programa Escolhe, Pois, a Vida da Rádio Aliança.
Mas qual o significado dessa afirmação?
Deus é amor,
Mas, após a sua morte, precisou que 11 homens levassem sua palavra para o resto do mundo.
Deus é amor,
Mas precisou que os homens o maltratassem, batessem, e o matássem, pregando-o numa cruz.
Deus é amor,
Mas precisou que a multidão o condenasse à morte aos berros.
Deus é amor,
Mas precisou que um de seus discípulos o traísse e entregasse aos guardas.
Deus é amor,
Mas precisou da coragem e da confiança de um homem para fazê-lo andar sobre as águas.
Deus é amor,
Mas precisou de cinco pães e dois peixes para só então multiplicá-los.
Deus é amor,
Mas precisou de mãos obedientes que jogassem as redes ao mar.
Deus é amor,
Mas precisou da colaboração dos serventes para encher os barris de água para então transformá-la em vinho.
Deus é amor,
Mas precisou da demonstração de fé de cada homem e de cada mulher cada vez que operou um de seus milagres.
Deus é amor,
Mas precisou de um homem para batizá-lo no rio Jordão.
Deus é amor,
Mas precisou que José acreditasse nas promessas de um anjo em um de seus sonhos.
Deus é amor,
Mas precisou da aceitação de uma mulher simples para que seu filho viesse ao mundo.
Deus é amor,
E fez questão de nascer homem para experimentar as nossas tentações, os nossos sofrimentos, as nossas dores, as nossas angústias e com isso nos ensinar o seu amor.
Jesus Cristo foi o professor do amor de Deus. Ao longo da sua história conosco aqui na Terra deu provas de que precisa da ação do homem para realizar o seu amor.
O amor de Deus não é afeto, não é bemquerer, não é romantismo, não é serenata, não é um sentimento, não se realiza em nosso coração. O amor de Deus é um amor de dentro pra fora, é um amor que nasce na gente e se realiza no outro.
É amor-atitude, é um amor-doação, é um amor que precisa do seu compromisso, do seu gesto para se concretizar.
Deus é amor e é um amor-exigente.
Um amor que não faz nada sozinho. Um amor que é sempre pela metade. Um amor que precisa ser completado. Que exige entrega, que exige confiança, que exige desapego, que exige fé.
Com a nossa participação, o amor de Deus opera milagres.
Se do ventre de uma virgem nasceu uma criança,
Será que o Espírito Santo não pode proteger o seu filho, o seu esposo para que não experimentem a droga?
Será que o Espírito Santo não pode encorajar uma família a viver o amor-exigente? Não pode encorajar uma família a participar de grupos de apoio todas as semanas, durante um ano, dois anos, o tempo que precisar?
Será que o Espírito Santo não pode convencer um dependente químico a aceitar o tratamento? Não pode lhe dar forças para não recair?
Será que o Espírito Santo não pode devolver a vida a um dependente químico?
O Natal é a celebração do nascimento do amor. Será que o Espírito Santo não fará o amor nascer em você?Que o seu Natal seja o nascimento de um amor que é exigente. De um amor que torna os dias mais leves. Que traz a paz. Que ensina a conviver, que ensina a ajudar, que ensina a partilhar, que ensina que antes de dar daquilo que você tem, você precisa dar daquilo que você é.
Deus é amor, Deus é a vida, mas, para nascer, precisa do seu consentimento, da sua participação, da sua escolha.
Escolhe, pois, a vida.
Feliz Natal para você e para toda a sua família.
Da equipe do programa Escolhe, Pois, a Vida da Rádio Aliança.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O que o AMOR tem a ver com a dependência química?
Olá, amigos em Cristo?
O que, no fim das contas, o AMOR, o 12º princípio do Amor-Exigente, tem a ver com a dependência química? Leiam nesta bela entrevista postada no site da FEAE (Federação de Amor-Exigente):
-----------------------------------
O 12º Princípio Básico
Entrevista com Lolay Toloni, Coordenadora Regional de Votuporanga/SP.
Em sua concepção, qual a essência do 12º Princípio Básico?
A essência do 12º Princípio Básico é a que deve ser da nossa da vida, o amor, no seu mais profundo significado. O Amor incondicional, aquele que distribuímos sem esperar retorno, pois
o que queremos é o bem dos outros, é servir a Deus contribuindo para um mundo de paz. É amar como Ele nos amou.
Como este Princípio influencia o seu dia a dia? É ele que me orienta, fortalece, acalma, dá força, me ilumina para que aceite o que não posso mudar, tenha coragem para mudar o que posso e saiba distinguir um do outro.
Como este Princípio deve ser trabalhado na recuperação, seja do dependente, seja da família? Em nome do amor não podemos fazer o que o outro quer, não devemos achá-los coitadinhos e tratá-los como incapazes, muito pelo contrário. É através do amor que, muitas vezes, fazemos o que precisa ser feito quando é para resgatar, para fazer as pessoas entenderem o quanto são importantes e amadas, mas que precisam se descobrir, encontrar seu valor e, principalmente, encontrar Deus. Isso vale tanto para o dependente como a família, pois ela também perde sua referência.
E na prevenção? Na prevenção é a mesma coisa, devemos ensinar que do mesmo modo que Deus nos ama, pois somos seus filhos, nós os amamos, que todos são seres muito especiais e por isso devemos cuidar de nós, valorizar nossa vida, vivê-la com plenitude. Isso significa uma vida de qualidade, sem qualquer comportamento que vá desvalorizá-la, que vá nos destruir ou a nossa família.
Qual é o amor disfuncional, aquele que não educa, exige e orienta? O nome já diz: disfuncional. Aquele que não funciona, que não deixa a pessoa ter vida plena, crescer, respeitar, enfrentar os desafios. O verdadeiro amor orienta, dá limites, ajuda a crescer, a fazer escolhas e ser responsável por elas.
A quais aspectos devemos estar atentos para amarmos com exigência, ou seja, educando, exigindo e orientando? Devemos estar atentos ao modo como agimos, como falamos, do autoritarismo, do cumprir o combinado, de dar exemplo. Falar de amor não é nada. Temos de vivê-lo em todos os momentos.
Como levar o amor de AE ao grupo de apoio? Como este amor deve ser praticado no grupo? O amor deve estar na porta de entrada dos grupos, na acolhida. Nosso abraço é um dos melhores modos de sua manifestação, e se estende em todo nosso trabalho, através do respeito pelo outro, pela dedicação, pelo compromisso, pelo ouvir, cantar, sorrir, e principalmente ,cumprindo as normas estabelecidas em nosso trabalho.
O que este amor modificou em sua vida? Esse amor significou uma nova e verdadeira maneira de viver, com qualidade, alegria, força para enfrentar os desafios, buscar novos caminhos, alegria, esperança no futuro, vontade de lutar pelos outros, por nós e pela nossa família.
Qual a mensagem de amor que você deixa para os leitores neste mês de dezembro, momento em que buscamos exaltar ainda mais o amor?
Disse Saint Exupery no Pequeno Príncipe: ‘Amar não é olhar um para o outro, mas ambos para a mesma direção’. Desejo que todos nós do Amor-Exigente possamos continuar olhando para a mesma direção, que é a de não perder nossos filhos para a droga. Essa é uma maneira de amarmos como Ele nos amou.
O que, no fim das contas, o AMOR, o 12º princípio do Amor-Exigente, tem a ver com a dependência química? Leiam nesta bela entrevista postada no site da FEAE (Federação de Amor-Exigente):
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O 12º Princípio Básico
Entrevista com Lolay Toloni, Coordenadora Regional de Votuporanga/SP.
Em sua concepção, qual a essência do 12º Princípio Básico?
A essência do 12º Princípio Básico é a que deve ser da nossa da vida, o amor, no seu mais profundo significado. O Amor incondicional, aquele que distribuímos sem esperar retorno, pois
o que queremos é o bem dos outros, é servir a Deus contribuindo para um mundo de paz. É amar como Ele nos amou.
Como este Princípio influencia o seu dia a dia? É ele que me orienta, fortalece, acalma, dá força, me ilumina para que aceite o que não posso mudar, tenha coragem para mudar o que posso e saiba distinguir um do outro.
Como este Princípio deve ser trabalhado na recuperação, seja do dependente, seja da família? Em nome do amor não podemos fazer o que o outro quer, não devemos achá-los coitadinhos e tratá-los como incapazes, muito pelo contrário. É através do amor que, muitas vezes, fazemos o que precisa ser feito quando é para resgatar, para fazer as pessoas entenderem o quanto são importantes e amadas, mas que precisam se descobrir, encontrar seu valor e, principalmente, encontrar Deus. Isso vale tanto para o dependente como a família, pois ela também perde sua referência.
E na prevenção? Na prevenção é a mesma coisa, devemos ensinar que do mesmo modo que Deus nos ama, pois somos seus filhos, nós os amamos, que todos são seres muito especiais e por isso devemos cuidar de nós, valorizar nossa vida, vivê-la com plenitude. Isso significa uma vida de qualidade, sem qualquer comportamento que vá desvalorizá-la, que vá nos destruir ou a nossa família.
Qual é o amor disfuncional, aquele que não educa, exige e orienta? O nome já diz: disfuncional. Aquele que não funciona, que não deixa a pessoa ter vida plena, crescer, respeitar, enfrentar os desafios. O verdadeiro amor orienta, dá limites, ajuda a crescer, a fazer escolhas e ser responsável por elas.
A quais aspectos devemos estar atentos para amarmos com exigência, ou seja, educando, exigindo e orientando? Devemos estar atentos ao modo como agimos, como falamos, do autoritarismo, do cumprir o combinado, de dar exemplo. Falar de amor não é nada. Temos de vivê-lo em todos os momentos.
Como levar o amor de AE ao grupo de apoio? Como este amor deve ser praticado no grupo? O amor deve estar na porta de entrada dos grupos, na acolhida. Nosso abraço é um dos melhores modos de sua manifestação, e se estende em todo nosso trabalho, através do respeito pelo outro, pela dedicação, pelo compromisso, pelo ouvir, cantar, sorrir, e principalmente ,cumprindo as normas estabelecidas em nosso trabalho.
O que este amor modificou em sua vida? Esse amor significou uma nova e verdadeira maneira de viver, com qualidade, alegria, força para enfrentar os desafios, buscar novos caminhos, alegria, esperança no futuro, vontade de lutar pelos outros, por nós e pela nossa família.
Qual a mensagem de amor que você deixa para os leitores neste mês de dezembro, momento em que buscamos exaltar ainda mais o amor?
Disse Saint Exupery no Pequeno Príncipe: ‘Amar não é olhar um para o outro, mas ambos para a mesma direção’. Desejo que todos nós do Amor-Exigente possamos continuar olhando para a mesma direção, que é a de não perder nossos filhos para a droga. Essa é uma maneira de amarmos como Ele nos amou.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Instituto Crack, Nem Pensar
Olá, amigos em Cristo.
Vejam que boa notícia:

INSTITUTO CRACK NEM PENSAR É LANÇADO EM PORTO ALEGRE
Solenidade de assinatura do protocolo de cooperação ocorreu nesta terça-feira
Sete entidades públicas e privadas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina lançaram, hoje, em Porto Alegre, o Instituto Crack, Nem Pensar. O objetivo da organização de direito privado, sem fins lucrativos, é o desenvolvimento de ações de ensino, pesquisa e extensão, apoiando iniciativas da sociedade para o enfrentamento do consumo do crack e outras drogas.
No início da cerimônia, foi apresentado um vídeo com o balanço da campanha, mostrando depoimentos de usuários e familiares, além de reportagens do Grupo RBS sobre o tema.
— Estamos muito orgulhosos de fazer esse encontro na nossa casa. A RBS tem tradição de mobilizar todos os seus veículos para causas visando ao interesse coletivo. Este trabalho representou um embrião, um alerta para todo o país. O instituto dará continuidade aos vários esforços para contribuir na erradicação das drogas — disse o presidente do Grupo RBS, Nelson Sirotsky, durante a solenidade de assinatura do protocolo de cooperação, no Salão Nobre do Grupo RBS, na Capital, com a presença dos parceiros.
O instituto terá sede inicial em Porto Alegre e reforçará a campanha Crack, Nem Pensar, que vem sendo promovida desde maio de 2009 pela RBS, mobilizando gaúchos e catarinenses.
O Instituto Crack, Nem Pensar pretende amplificar o mutirão social. Uma das primeiras medidas será instalar o Observatório sobre o Crack e outras Drogas, um centro de referência que contará com um banco de dados para mapear as práticas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no país. As informações serão centralizadas em um site, com indicadores sobre o assunto.
Ação policial
O instituto é fundado no momento de maior repressão policial e de conscientização das pessoas sobre os malefícios do crack. Números da Secretaria da Segurança Pública e das polícias expõem que a prisão de traficantes e as apreensões da droga sobem pelo menos 15% no ano. São quase 4,3 mil pedras retiradas de circulação, na média diária, por Brigada Militar e Polícia Civil. Um dos reflexos positivos é a queda nos índices de criminalidade. Os casos de roubo de veículos, por exemplo, despencaram 18% nos primeiros 10 meses de 2010.
Os parceiros
As organizações gaúchas e catarinenses que formarão o Instituto Crack Nem Pensar:
- Associação Catarinense do Ministério Público (ACMP)
- Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (AMP/RS)
- Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris)
- Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC)
- Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho
- Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
- Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Na Globo: dependência do crack lota ruas da Cracolândia e destrói famílias
Amigos em Cristo!
O Profissão Repórter, programa da Rede Globo, abordou a problemática no crack na noite do dia 16/11. A realidade choca.
Confiram:
"Caco Barcellos mostra a rotina da Cracolândia ao longo da noite. Thaís Itaqui e Rafael Mejias mostram o difícil trabalho de convencer usuários a buscar tratamento. O pai que tenta tirar a filha do vício. Casarões degradados abrigam usuários. Gabriela Lian e Wellington Almeida mostram famílias separadas pelo crack e a volta para casa de um rapaz que decidiu largar a vida na Cracolândia. Mulher que mora em albergue têm filho após gravidez em que fumou crack constantemente."
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Treinamento gratuito sobre drogas para profissionais da saúde
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD, do Gabinete de Segurança Institucional, da Presidência da República, em parceria com o Ministério da Justiça, tem a satisfação de promover a quarta edição do curso SUPERA (Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento).
O curso SUPERA é executado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP na modalidade de Educação a Distância - EaD. As edições anteriores já contaram com a participação de quinze mil profissionais da Rede Básica de Saúde e das Unidades de Referência para tratamento de usuários de álcool e outras drogas em todo o País. A atual edição oferece 5.000 vagas para capacitação dos profissionais de saúde e da assistência social.
Este curso, tem como objetivo capacitar profissionais da área de saúde e da assistência social para a correta identificação e diagnóstico dos usuários de álcool e/ou outras drogas, familiarizando-os com diferentes modelos de prevenção e instrumentalizando-os para trabalharem formas adequadas de intervenção e encaminhamento, respondendo às demandas existentes em seu cotidiano de trabalho, sempre em consonância com as orientações e diretrizes da Política Nacional sobre Drogas – PNAD e da Política Nacional sobre o Álcool - PNA.
Todo o processo de aprendizagem é interativo e os alunos terão acesso a várias ferramentas de EaD, incluindo um kit de material didático (livro-texto e vídeo ilustrativo), acesso à internet, participação em fóruns e teleconferências com profissionais, especialistas em prevenção e tratamento, para discussões das questões relativas ao uso de álcool e outras drogas. Ao final do curso, os aprovados receberão certificado de curso de Extensão Universitária, com carga horária de 120 (cento e vinte) horas, emitido pela Pró-Reitoria de Extensão da UNIFESP.
Desejamos que os conhecimentos técnico-científicos adquiridos neste curso permitam o aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde frente às demandas de atenção ao usuário de álcool e outras drogas e seus familiares.
Sucesso a todos!
Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas
Mais informações e inscrições:
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sábado, 30 de outubro de 2010
Co-dependência e cooperação
Olá, amigos em Cristo.
Alguém co-dependente de um dependente químico é uma pessoa que não vive mais sua própria vida. É aquele que é desonesto com seus próprios sentimentos e vontades em função dos sentimentos e vontades do outro. É alguém que está viciado no "sim". Não sabe mais pronunciar o "não" por medo da reação e da perda do amor e do carinho do outro. É alguém que acha que sua existência é fundamental para a sobrevivência do outro. O co-dependente é um elo de um círculo vicioso sem fim, que gira em torno da morte.
Mas como surge a co-dependência?
Da falta de cooperação.
Na infância, período em que a cooperação precisa começar a ser ensinada e aprendida, cooperar é fazer a sua parte nas tarefas domésticas mais simples. É lavar a louça, é varrer o pátio, é limpar as aberturas. Cooperar é mais do que simplesmente dividir tarefas. Cooperar é somar. Uma criança que coopera, aprende desde cedo que tem parte no sucesso e no fracasso das coisas. Secar a louça ensina a ser cidadão, você sabia? Ensina que você deve muito à sociedade e que não deve apenas usufruir de seus recursos.
Em uma família em que há cooperação, seja lá que idade as pessoas tenham, a co-dependência não encontra morada. Onde as pessoas sabem que cada um é responsável pelos seus atos, a co-dependência não tem razão de existir. Ali, eu não sou fundamental para a felicidade do outro. É ele mesmo que precisa buscar a sua felicidade, construir por suas próprias mãos o seu caminho.
Portanto, para prevenir as drogas, ensine e pratique a cooperação. Faça e reze para que cada um encontre a sua importância perante a vida e viva conforme tal convicção. Para vencer as drogas, reaprenda a cooperar e evite que se crie dentro de casa uma cultura de dependência mútua. Cada um precisa reconhecer e reaprender seus limites. O dependente químico e o familiar precisam compreender seus papéis e perseverar no cumprimento deles. Para não recair, exija que haja cooperação dentro de casa. E cooperar não significa um encobrir o erro do outro. É preciso que cada um compreenda sua parcela de participação da paz dentro do lar.
A falta de cooperação leva à co-dependência. Foi a conclusão a que chegamos juntos naquela noite de segunda-feira, no estúdio da rádio.
Tendo ou não um dependente químico dentro de casa, como eu sei se já sou um co-dependente?
Juliano Rigatti e Samanta Lançanova
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sábado, 25 de setembro de 2010
Grupos de apoio
Olá, amigos em Cristo!
Pouco tempo atrás, assisti o filme Na Natureza Selvagem. É um filme, mas podia ser um documentário. Conta a história real de um rapaz que chateou-se com a riqueza que lhe ofereciam seus pais e saiu mundo afora, mochilão nas costas. Na mata, viveu da pouca comida que levara e da caça que se apresentava à mira de sua arma. Impedido de ultrapassar um rio e acometido por um veneno mortal, que ingerira em uma planta que jurava ser comestível, o tal rapaz começa a ver o fim da sua vida. Sozinho, doente e magérrimo, Christopher McCandless morre minutos depois de escrever a última frase de seu diário: "A felicidade só se realiza se compartilhada".
Se a felicidade só é possível quando partilhamos nossa vida com alguém, no combate às drogas, a atitude de reunir-se é uma regra de ouro. A importância dos grupos de apoio no núcleo familiar ou no círculo de amigos de um dependente químico é vital. É só com o apoio de semelhantes, que vivem problemas idênticos, é que a droga pode ser combatida. "Quando soube que o grupo de apoio que conheci também se reunia em Porto Alegre, onde eu morava, quase chorei de alegria", recorda Vera Lúcia Proença, hoje responsável pelo grupo Esperança Viva, da paróquia Santa Terezinha, na Capital gaúcha. "Hoje, não vivo sem o grupo, é ele que me dá forças para nunca desistir do meu filho", completa ela. "Mesmo se só formos meu marido e eu na reunião, o encontro acontece mesmo assim", afirma.
Sadi Petuco, diretor de ressocialização do Pacto, fazenda de recuperação localizada em Viamão, é enfático ao falar da relevância dos grupos de apoio. "Se você estiver na praia, de férias, procure seu grupo lá ou volte pra cidade. Não tire férias porque a droga não tira férias", recomenda Petuco. "Eu participei três anos e meio de um grupo de apoio e aprendi muito com pessoas que tinham problemas iguais ao meu", lembra ele.
É unanimidade. Procurar um grupo de apoio é o primeiro passo para trazer a vida do dependente químico de volta. Só preparados e apoiados, pais, filhos e amigos amarão o suficiente para ajudar no tratamento das drogas.
Clique no link abaixo e procure o grupo de apoio mais perto de você ou da pessoa que está precisando:
http://www.amorexigente.org.br/busca-grupos/applications/GruposdeApoioList.asp?s_SEDE=&s_UF=RS&frmGruposdeApoioListPage=1
Um abraço, Juliano Rigatti e Samanta Lançanova
Pouco tempo atrás, assisti o filme Na Natureza Selvagem. É um filme, mas podia ser um documentário. Conta a história real de um rapaz que chateou-se com a riqueza que lhe ofereciam seus pais e saiu mundo afora, mochilão nas costas. Na mata, viveu da pouca comida que levara e da caça que se apresentava à mira de sua arma. Impedido de ultrapassar um rio e acometido por um veneno mortal, que ingerira em uma planta que jurava ser comestível, o tal rapaz começa a ver o fim da sua vida. Sozinho, doente e magérrimo, Christopher McCandless morre minutos depois de escrever a última frase de seu diário: "A felicidade só se realiza se compartilhada".
Se a felicidade só é possível quando partilhamos nossa vida com alguém, no combate às drogas, a atitude de reunir-se é uma regra de ouro. A importância dos grupos de apoio no núcleo familiar ou no círculo de amigos de um dependente químico é vital. É só com o apoio de semelhantes, que vivem problemas idênticos, é que a droga pode ser combatida. "Quando soube que o grupo de apoio que conheci também se reunia em Porto Alegre, onde eu morava, quase chorei de alegria", recorda Vera Lúcia Proença, hoje responsável pelo grupo Esperança Viva, da paróquia Santa Terezinha, na Capital gaúcha. "Hoje, não vivo sem o grupo, é ele que me dá forças para nunca desistir do meu filho", completa ela. "Mesmo se só formos meu marido e eu na reunião, o encontro acontece mesmo assim", afirma.
Sadi Petuco, diretor de ressocialização do Pacto, fazenda de recuperação localizada em Viamão, é enfático ao falar da relevância dos grupos de apoio. "Se você estiver na praia, de férias, procure seu grupo lá ou volte pra cidade. Não tire férias porque a droga não tira férias", recomenda Petuco. "Eu participei três anos e meio de um grupo de apoio e aprendi muito com pessoas que tinham problemas iguais ao meu", lembra ele.
É unanimidade. Procurar um grupo de apoio é o primeiro passo para trazer a vida do dependente químico de volta. Só preparados e apoiados, pais, filhos e amigos amarão o suficiente para ajudar no tratamento das drogas.
Clique no link abaixo e procure o grupo de apoio mais perto de você ou da pessoa que está precisando:
http://www.amorexigente.org.br/busca-grupos/applications/GruposdeApoioList.asp?s_SEDE=&s_UF=RS&frmGruposdeApoioListPage=1
Um abraço, Juliano Rigatti e Samanta Lançanova
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Treinamento em Coordenação de Grupos de Amor-Exigente
Você é convidado especial do Movimento Amor-Exigente. Divulgue entre seus colegas de grupo de apoio. A cada dia mais se comprova que o Amor-Exigente vem ajudando nossas famílias e a sociedade. Torne-se um multiplicador atuante deste programa de sobriedade com qualidade de vida. É a melhor maneira de contribuirmos para mudanças positivas no momento atual da sociedade. Prevenir, antes que coisas ruins aconteçam. Para que só aconteçam coisas boas.
Data: 26/09/2010
Horário: das 8h às 17h30
Local: Escola Estadual Estado do Rio Grande do Sul (Rua Washington Luiz 980, Bairro Centro, Porto Alegre, RS)
Público-alvo: Membros de Grupos de Amor-Exigente, pais, professores e público adulto interessado em trabalho voluntário.
Contribuição Individual: R$12,00 (O valor garante o recebimento do Manual de Coordenação).
Objetivo:
Formação de voluntários coordenadores de Grupos de Amor-Exigente
Programa:
- Organização Nacional do Movimento Amor-Exigente (AE)
- A proposta terapêutica do Amor-Exigente. Porquê o AE dá certo.
- Organização administração do Grupo de Apoio, funções e atividades
- O voluntário coordenador de reunião
- Funcionamento da Reunião do Grupo de Apoio
- Metodologia específica para os subgrupos de familiares adultos
- Atingindo objetivos com o AE através de metas semanais
- Subgrupo de acolhida
- Subgrupo de metas e partilha para familiares
- Subgrupo de metas e partilha para recuperados.
Informações e secretaria:
Na sede da APAEX, pessoalmente, à Av. Borges de Medeiros 453, Conj.113, Centro, Porto Alegre, RS, pelo fone/FAX (51) 3225-2768, ou por e-mail apaex@apaex.com.br.
Observações:
Almoço por conta de cada um em restaurantes próximos.
O participante pode levar o próprio lanche, chimarrão e acessório.
Vagas limitadas. Após o dia 21 de setembro, telefonar antes para confirmar existência de vaga.
Como chegar ao local do curso:
Indo a pé: 1) Pela Av. Borges de Medeiros, sentido centro-bairro, dobrar à direita antes do Viaduto dos Açorianos (primeira rua após a Demétrio Ribeiro).
Indo de carro: 2) Rua Fernando Machado -> Rua Espírito Santo.
3) Ou pela Av. Mauá à Rua Bento Martins à Rua Washington Luiz.
4) Ou pela Av. Mauá à Volta do Gasômetro -> Av. Pres. João Goulart à Av. Loureiro da Silva -> Av. Augusto de Carvalho -> Rua Washington Luiz.
Data: 26/09/2010
Horário: das 8h às 17h30
Local: Escola Estadual Estado do Rio Grande do Sul (Rua Washington Luiz 980, Bairro Centro, Porto Alegre, RS)
Público-alvo: Membros de Grupos de Amor-Exigente, pais, professores e público adulto interessado em trabalho voluntário.
Contribuição Individual: R$12,00 (O valor garante o recebimento do Manual de Coordenação).
Objetivo:
Formação de voluntários coordenadores de Grupos de Amor-Exigente
Programa:
- Organização Nacional do Movimento Amor-Exigente (AE)
- A proposta terapêutica do Amor-Exigente. Porquê o AE dá certo.
- Organização administração do Grupo de Apoio, funções e atividades
- O voluntário coordenador de reunião
- Funcionamento da Reunião do Grupo de Apoio
- Metodologia específica para os subgrupos de familiares adultos
- Atingindo objetivos com o AE através de metas semanais
- Subgrupo de acolhida
- Subgrupo de metas e partilha para familiares
- Subgrupo de metas e partilha para recuperados.
Informações e secretaria:
Na sede da APAEX, pessoalmente, à Av. Borges de Medeiros 453, Conj.113, Centro, Porto Alegre, RS, pelo fone/FAX (51) 3225-2768, ou por e-mail apaex@apaex.com.br.
Observações:
Almoço por conta de cada um em restaurantes próximos.
O participante pode levar o próprio lanche, chimarrão e acessório.
Vagas limitadas. Após o dia 21 de setembro, telefonar antes para confirmar existência de vaga.
Como chegar ao local do curso:
Indo a pé: 1) Pela Av. Borges de Medeiros, sentido centro-bairro, dobrar à direita antes do Viaduto dos Açorianos (primeira rua após a Demétrio Ribeiro).
Indo de carro: 2) Rua Fernando Machado -> Rua Espírito Santo.
3) Ou pela Av. Mauá à Rua Bento Martins à Rua Washington Luiz.
4) Ou pela Av. Mauá à Volta do Gasômetro -> Av. Pres. João Goulart à Av. Loureiro da Silva -> Av. Augusto de Carvalho -> Rua Washington Luiz.
Co-dependência: a epidemia do século

Olá, amigos em Cristo. Diga "não" às drogas. Você já ouviu essa expressão em algum momento de sua vida, né? Pois agora vamos dizer a você que o "não" não deve ser dado somente às drogas no momento em que ela for oferecida à você. O "não" também tem importância fundamental na convivência com um dependente químico. Explicaremos porquê.
"A co-dependência é a epidemia do século", alertou Débora Brito, voluntária do Grupo de Apoio Betânia, localizado na Restinga, em Porto Alegre, enquanto participava do programa Escolhe Pois a Vida, da Rádio Aliança, no dia 30/08/2010. "Não é uma epidemia, é mais grave, é uma pandemia", acrescentou Sadi Petuco, diretor de ressocialização da Fazenda de Recuperação Pacto, em Viamão. O certo é que a co-dependência contamina aqueles que não sabem usar o "não" na hora certa. "É doído. Às vezes passamos por malvados, mas é necessário", conta Maria Rosária, também voluntária do grupo Betânia, da Restinga. A co-dependência nos afeta e afeta principalmente os familiares dos dependentes químicos. Co-dependente é alguém que acredita ser responsável pela felicidade alheia, mas que pouco cuida da sua. Diz muitos "sim" na intenção de demonstrar seu amor e seu afeto, mas esquece que, evitando o "não", deixa de ajudar na cura da pessoa que ama.
O livro Co-dependência Nunca Mais, da jornalista norte-americana Melody Beattie, explica um pouco das razões que nos levam a evitar o "não". "Não fazemos isso de propósito. Fazemos isso porque aprendemos a comunicarmo-nos desta forma. Em alguma época, talvez em nossa infância ou na família adulta, aprendemos que não devemos conversar sobre problemas, expressar emoções e opiniões. Aprendemos que não se deve dizer exatamente o que se quer e deseja. Era definitivamente errado dizer 'não', e defendermos algo por nós mesmos. Um pai ou cônjuge alcoólico ficará feliz em ensinar essas regras; nós estávamos prontos a aprendê-las e aceitá-las."
Mais do que explicar como aprendemos que não devemos dizer "não", o livro de Beattie nos indica o provável professor. Já ouvimos casos em que pessoas que conviveram com dependentes químicos -- e foram co-dependentes, por consequência -- aprenderam a conviver dizendo "sim" a todo instante e repetem este padrão na vida adulta, com o esposo(a) ou filho drogado.
O "não" bem colocado cria limites. O bebê e a criança precisam de muitos "não" para aprenderem até onde podem ir. "Não pegue o lápis do coleguinha porque este lápis não é seu", deve dizer um pai. A criança aprenderá o seu limite e entenderá as razões que o levam a obedecê-lo. Na vida adulta, nos deparamos com "Não estacione", "Não ultrapasse a faixa", "Não buzine", "Não beba antes de dirigir". Se ignoramos estas regras, somos punidos.
O dependente químico perde essa noção, a noção da transgressão. Para ele, tudo pode em favor da droga. Os seus responsáveis precisam usar o "não" para restabelecer os limites na vida do dependente químico. O "não" do pai ou do(a) esposo(a) é uma forma de disciplina. O "sim", ao contrário, é como dizer "faça tudo de novo".
Mas o "não" precisa ser dito com consciência e sabendo onde se quer chegar. Por isso, antes do "não" é importante que o responsável pelo dependente químico saiba que irá gerar uma crise com o seu "não". (Nunca ouviu falar de Crise? Então clique aqui) E antes de gerar uma Crise, procure um Grupo de Apoio do Amor-Exigente e prepare-se para enfrentar este problema que pode trazer um final muito feliz. (Não sabe onde encontrar Grupos de Apoio? Clique aqui).
E o mais importante, o "não", embora não pareça, é uma forma de amor, de afeto. Você já ouviu as frases "quem ama, cuida" ou "quem ama, educa"? Pois é. Cuidar e amar no campo da dependência química é dizer "não".
Um abraço, Juliano Rigatti e Samanta Lançanova.
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Quer saber mais sobre Co-dependência?
Leia o livro Co-dependência Nunca Mais
Autora: Melody Beattie
Editora: Nova Era
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Mães pretendiam vender filhos em troca de crack
Olá, amigos em Cristo!
O texto abaixo é um choque de realidade. Já ouvimos histórias de jovens e adultos que vendem de tudo para conseguir dinheiro exigido pelos traficantes. Eletrodomésticos, roupas, comida. A grande novidade agora é a entrega sem limites por uma substância que domina nossa corpo e nossa mente. A matéria abaixo é do jornalista Adriano Duarte e foi escrita no mês de julho de 2010 para o jornal Pioneiro, de Caxias do Sul (RS). Conta o drama de prostitutas que mesmo antes de dar à luz a seus filhos os negociaram em troca de drogas. Leia e surpreenda-se como nós.
Abraço,
Juliano Rigatti e Samanta Lançanova
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Mães pretendiam vender filhos em troca de crack
Ação do Ministério Público fez com que sete mães perdessem a guarda das criançasAdriano Duarte | adriano.duarte@pioneiro.com | Jornal O Pioneiro
Esqueça viciados que extorquem pais, irmãos, avós. Que assaltam para sustentar o vício. Que se vendem em troca de droga. Em Farroupilha, próspera cidade da Serra gaúcha, sete usuárias de crack escreveram um novo capítulo na decadência em que mergulham os dependentes químicos. Engravidaram e acertaram a venda dos seus bebês, em troca de dinheiro. O suposto esquema só foi abortado pela Justiça porque uma das mães, arrependida, teria contado tudo a uma promotora. Atualmente protegidas pela Justiça, as sete crianças foram tiradas do convívio materno e aguardam, num abrigo público, chance de recomeço em outra família.
As prostitutas frequentam rodovias e boates da região da Lomba do Sabão, em Farroupilha. As mulheres, com idades entre 20 e 30 anos, engravidaram entre junho e agosto de 2009. Durante a gestação, teriam negociado previamente a venda das crianças com cafetinas, o que está sendo investigado pelas autoridades. Para entregar os filhos logo após o nascimento, cada uma receberia R$ 1 mil. O negócio seria intermediado por advogados.
Além do crack, as sete jovens têm em comum o fato de se prostituírem e morarem no conhecido ponto de Farroupilha que reúne boates abertas dia e noite. Tudo ruiu porque uma delas denunciou o esquema à promotora Cláudia Formolo Hendler Balbinot. De março a junho deste ano, com apoio da Justiça, Cláudia tirou a guarda de seis meninas e um menino das mães e os colocou em um abrigo para adoção.
A trama foi revelada em março, por meio de uma carta que teria sido escrita por uma das garotas de programa, na qual ela pedia ajuda da promotora, dando detalhes de como aconteceria a venda dos bebês. O relato ajudou a reforçar a atenção da promotoria, que já monitorava três grávidas da Lomba do Sabão suspeitas de pretenderem vender as crianças.
Na carta, a jovem diz que ela e suas conhecidas se prostituíam para receber a droga como pagamento. Ao final da gravidez, as cafetinas forçariam a entrega dos bebês, que seriam repassados a outras famílias. Para manter as mães em silêncio, prometeram dinheiro. A negociação ficaria facilitada pelo forte envolvimento das mães com o crack e teria o intermédio de um homem, não identificado.
Avós podem ganhar a guarda – A promotora determinou o acompanhamento da gestação por outros órgãos da cidade. Um estudo social mostrou que as sete mulheres e seus familiares não tinham condições de criar os filhos. Por isso, a Justiça determinou o recolhimento de todos os bebês assim que nascessem. A medida judicial também deixou claro que as mulheres não poderiam ter contato posterior com as crianças. Para a promotora, a ação impediu que os meninos e meninas sofressem com maus-tratos ou abandono. Ela acredita que as mães não queriam e também não conseguiriam cuidar dos bebês.
Uma das gestantes, sabendo que perderia a guarda do bebê, se refugiou com outros viciados em um ônibus abandonado às margens da RSC-470, em Bento Gonçalves. Alertados, PMs localizaram a mulher e a trouxeram de volta à cidade.
Durante a gestação, todas elas usaram crack. Por esse motivo, o juiz Mário Maggioni determinou a internação compulsória delas para proteger os bebês. O tratamento, porém, foi descumprido. Nas audiências posteriores ao nascimento, três homens se apresentaram como pais, mas nenhum apresentou condições de assumir a criação. Segundo a promotora, dois avós manifestaram vontade de ficar com os bebês. Os pedidos ainda estão sob avaliação judicial.
Mãe deseja a filha de volta – O cheiro de cigarro está impregnado na casa, misto de boate e moradia na Lomba do Sabão (Farroupilha). Sentada sobre um sofá rasgado, a jovem de 21 anos não admite ser viciada em crack. Muito magra, ela tenta disfarçar a condição de dependente das pedras. Mas seu histórico extenso, que inclui passagens por casas de tratamento, Conselho Tutelar e delegacias, indica que o vício nunca foi interrompido.
Ela teria sido a pessoa que escreveu a carta (acima) pedindo ajuda do Ministério Público. Juliana nega. Acredita que alguém usou seu nome para lhe prejudicar. Também afirma que nunca houve negociação para vender seu bebê. Ela tem outros dois filhos que moram com o pai e com uma avó.
Enquanto conta parte de sua história, a jovem chora. Diz que ainda sente o cheiro de sua filha e não esquece o dia do parto. A menina nasceu na segunda semana de abril, cercada de cuidados, pois a gestação não teve acompanhamento médico. Juliana sentiu as primeiras contrações de manhã, mas só procurou o médico à tarde, quando a dona da boate apareceu. Na cama, ao ouvir o primeiro choro, ela pediu para ver a menina. As enfermeiras trouxeram a criança, e a jovem a abraçou por dois minutos. Quando teve a filha, diz ter parado de usar crack e de ir à estrada se prostituir. Ela tentou sensibilizar a Justiça, mas não convenceu:
– Minha mãe tem condições de ficar com o bebê, mas negaram.
Juliana diz ter procurado um advogado para tentar reconquistar a filha. A partir desse dia, promete que entrará em um programa de reabilitação.
– Mesmo sendo a mãe que fui, mereço ter minha filha de volta. Sinto o cheiro dela quando vou dormir.
À espera da nova família – Sem as mães, os sete bebês recebem cuidados das educadoras do abrigo público de Farroupilha. São alimentados com suplementos receitados por um médico e dormem em um berçário com sistema de água aquecida. Os recém-nascidos estão sob um controle rígido, não sendo permitido o contato com pessoas de fora ou com as outras crianças da casa, também acolhidas devido a maus-tratos e abandono. A medida tem o objetivo de evitar doenças, já que os bebês são muito frágeis.
Quando as crianças chegaram ao berçário, não apresentavam alterações, com exceção do peso reduzido. Os recém nascidos não sofreram crise de abstinência, algo que pode acontecer com filhos de viciadas. Dois bebês ficaram alguns dias no hospital. Como as mães não fizeram pré-natal, as equipes não sabem se eles poderão ter algum problema de saúde no futuro. Em alguns meses, essas crianças devem deixar a casa para estar nos braços de alguma família.
O texto abaixo é um choque de realidade. Já ouvimos histórias de jovens e adultos que vendem de tudo para conseguir dinheiro exigido pelos traficantes. Eletrodomésticos, roupas, comida. A grande novidade agora é a entrega sem limites por uma substância que domina nossa corpo e nossa mente. A matéria abaixo é do jornalista Adriano Duarte e foi escrita no mês de julho de 2010 para o jornal Pioneiro, de Caxias do Sul (RS). Conta o drama de prostitutas que mesmo antes de dar à luz a seus filhos os negociaram em troca de drogas. Leia e surpreenda-se como nós.
Abraço,
Juliano Rigatti e Samanta Lançanova
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Mães pretendiam vender filhos em troca de crack
Ação do Ministério Público fez com que sete mães perdessem a guarda das criançasAdriano Duarte | adriano.duarte@pioneiro.com | Jornal O Pioneiro
Esqueça viciados que extorquem pais, irmãos, avós. Que assaltam para sustentar o vício. Que se vendem em troca de droga. Em Farroupilha, próspera cidade da Serra gaúcha, sete usuárias de crack escreveram um novo capítulo na decadência em que mergulham os dependentes químicos. Engravidaram e acertaram a venda dos seus bebês, em troca de dinheiro. O suposto esquema só foi abortado pela Justiça porque uma das mães, arrependida, teria contado tudo a uma promotora. Atualmente protegidas pela Justiça, as sete crianças foram tiradas do convívio materno e aguardam, num abrigo público, chance de recomeço em outra família.
As prostitutas frequentam rodovias e boates da região da Lomba do Sabão, em Farroupilha. As mulheres, com idades entre 20 e 30 anos, engravidaram entre junho e agosto de 2009. Durante a gestação, teriam negociado previamente a venda das crianças com cafetinas, o que está sendo investigado pelas autoridades. Para entregar os filhos logo após o nascimento, cada uma receberia R$ 1 mil. O negócio seria intermediado por advogados.
Além do crack, as sete jovens têm em comum o fato de se prostituírem e morarem no conhecido ponto de Farroupilha que reúne boates abertas dia e noite. Tudo ruiu porque uma delas denunciou o esquema à promotora Cláudia Formolo Hendler Balbinot. De março a junho deste ano, com apoio da Justiça, Cláudia tirou a guarda de seis meninas e um menino das mães e os colocou em um abrigo para adoção.
A trama foi revelada em março, por meio de uma carta que teria sido escrita por uma das garotas de programa, na qual ela pedia ajuda da promotora, dando detalhes de como aconteceria a venda dos bebês. O relato ajudou a reforçar a atenção da promotoria, que já monitorava três grávidas da Lomba do Sabão suspeitas de pretenderem vender as crianças.
Na carta, a jovem diz que ela e suas conhecidas se prostituíam para receber a droga como pagamento. Ao final da gravidez, as cafetinas forçariam a entrega dos bebês, que seriam repassados a outras famílias. Para manter as mães em silêncio, prometeram dinheiro. A negociação ficaria facilitada pelo forte envolvimento das mães com o crack e teria o intermédio de um homem, não identificado.
Avós podem ganhar a guarda – A promotora determinou o acompanhamento da gestação por outros órgãos da cidade. Um estudo social mostrou que as sete mulheres e seus familiares não tinham condições de criar os filhos. Por isso, a Justiça determinou o recolhimento de todos os bebês assim que nascessem. A medida judicial também deixou claro que as mulheres não poderiam ter contato posterior com as crianças. Para a promotora, a ação impediu que os meninos e meninas sofressem com maus-tratos ou abandono. Ela acredita que as mães não queriam e também não conseguiriam cuidar dos bebês.
Uma das gestantes, sabendo que perderia a guarda do bebê, se refugiou com outros viciados em um ônibus abandonado às margens da RSC-470, em Bento Gonçalves. Alertados, PMs localizaram a mulher e a trouxeram de volta à cidade.
Durante a gestação, todas elas usaram crack. Por esse motivo, o juiz Mário Maggioni determinou a internação compulsória delas para proteger os bebês. O tratamento, porém, foi descumprido. Nas audiências posteriores ao nascimento, três homens se apresentaram como pais, mas nenhum apresentou condições de assumir a criação. Segundo a promotora, dois avós manifestaram vontade de ficar com os bebês. Os pedidos ainda estão sob avaliação judicial.
Mãe deseja a filha de volta – O cheiro de cigarro está impregnado na casa, misto de boate e moradia na Lomba do Sabão (Farroupilha). Sentada sobre um sofá rasgado, a jovem de 21 anos não admite ser viciada em crack. Muito magra, ela tenta disfarçar a condição de dependente das pedras. Mas seu histórico extenso, que inclui passagens por casas de tratamento, Conselho Tutelar e delegacias, indica que o vício nunca foi interrompido.
Ela teria sido a pessoa que escreveu a carta (acima) pedindo ajuda do Ministério Público. Juliana nega. Acredita que alguém usou seu nome para lhe prejudicar. Também afirma que nunca houve negociação para vender seu bebê. Ela tem outros dois filhos que moram com o pai e com uma avó.
Enquanto conta parte de sua história, a jovem chora. Diz que ainda sente o cheiro de sua filha e não esquece o dia do parto. A menina nasceu na segunda semana de abril, cercada de cuidados, pois a gestação não teve acompanhamento médico. Juliana sentiu as primeiras contrações de manhã, mas só procurou o médico à tarde, quando a dona da boate apareceu. Na cama, ao ouvir o primeiro choro, ela pediu para ver a menina. As enfermeiras trouxeram a criança, e a jovem a abraçou por dois minutos. Quando teve a filha, diz ter parado de usar crack e de ir à estrada se prostituir. Ela tentou sensibilizar a Justiça, mas não convenceu:
– Minha mãe tem condições de ficar com o bebê, mas negaram.
Juliana diz ter procurado um advogado para tentar reconquistar a filha. A partir desse dia, promete que entrará em um programa de reabilitação.
– Mesmo sendo a mãe que fui, mereço ter minha filha de volta. Sinto o cheiro dela quando vou dormir.
À espera da nova família – Sem as mães, os sete bebês recebem cuidados das educadoras do abrigo público de Farroupilha. São alimentados com suplementos receitados por um médico e dormem em um berçário com sistema de água aquecida. Os recém-nascidos estão sob um controle rígido, não sendo permitido o contato com pessoas de fora ou com as outras crianças da casa, também acolhidas devido a maus-tratos e abandono. A medida tem o objetivo de evitar doenças, já que os bebês são muito frágeis.
Quando as crianças chegaram ao berçário, não apresentavam alterações, com exceção do peso reduzido. Os recém nascidos não sofreram crise de abstinência, algo que pode acontecer com filhos de viciadas. Dois bebês ficaram alguns dias no hospital. Como as mães não fizeram pré-natal, as equipes não sabem se eles poderão ter algum problema de saúde no futuro. Em alguns meses, essas crianças devem deixar a casa para estar nos braços de alguma família.
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