sábado, 25 de setembro de 2010
Grupos de apoio
Pouco tempo atrás, assisti o filme Na Natureza Selvagem. É um filme, mas podia ser um documentário. Conta a história real de um rapaz que chateou-se com a riqueza que lhe ofereciam seus pais e saiu mundo afora, mochilão nas costas. Na mata, viveu da pouca comida que levara e da caça que se apresentava à mira de sua arma. Impedido de ultrapassar um rio e acometido por um veneno mortal, que ingerira em uma planta que jurava ser comestível, o tal rapaz começa a ver o fim da sua vida. Sozinho, doente e magérrimo, Christopher McCandless morre minutos depois de escrever a última frase de seu diário: "A felicidade só se realiza se compartilhada".
Se a felicidade só é possível quando partilhamos nossa vida com alguém, no combate às drogas, a atitude de reunir-se é uma regra de ouro. A importância dos grupos de apoio no núcleo familiar ou no círculo de amigos de um dependente químico é vital. É só com o apoio de semelhantes, que vivem problemas idênticos, é que a droga pode ser combatida. "Quando soube que o grupo de apoio que conheci também se reunia em Porto Alegre, onde eu morava, quase chorei de alegria", recorda Vera Lúcia Proença, hoje responsável pelo grupo Esperança Viva, da paróquia Santa Terezinha, na Capital gaúcha. "Hoje, não vivo sem o grupo, é ele que me dá forças para nunca desistir do meu filho", completa ela. "Mesmo se só formos meu marido e eu na reunião, o encontro acontece mesmo assim", afirma.
Sadi Petuco, diretor de ressocialização do Pacto, fazenda de recuperação localizada em Viamão, é enfático ao falar da relevância dos grupos de apoio. "Se você estiver na praia, de férias, procure seu grupo lá ou volte pra cidade. Não tire férias porque a droga não tira férias", recomenda Petuco. "Eu participei três anos e meio de um grupo de apoio e aprendi muito com pessoas que tinham problemas iguais ao meu", lembra ele.
É unanimidade. Procurar um grupo de apoio é o primeiro passo para trazer a vida do dependente químico de volta. Só preparados e apoiados, pais, filhos e amigos amarão o suficiente para ajudar no tratamento das drogas.
Clique no link abaixo e procure o grupo de apoio mais perto de você ou da pessoa que está precisando:
http://www.amorexigente.org.br/busca-grupos/applications/GruposdeApoioList.asp?s_SEDE=&s_UF=RS&frmGruposdeApoioListPage=1
Um abraço, Juliano Rigatti e Samanta Lançanova
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O AMOR RESOLVE TUDO
terça-feira, 14 de setembro de 2010
AS DUAS BANDEIRAS

Disse um pregador a um amigo:
- Acabamos de ter a maior reforma que nossa Igreja sentiu em muitos anos.
- Quantos novos membros conseguiram?
- Nenhum. Perdemos quinhentos.
“Jesus teria aplaudido”...
A experiência demonstra, ai de nós, que nossas convicções religiosas têm tanta relação com nossa santidade pessoal quanto o paletó com uma pessoa que janta tem com sua digestão.
O Espírito Santo nos convida a refletir sobre a bandeira do Mundo e a Bandeira de Cristo. O propósito é compará-las, de modo que a de Cristo apareça claramente como aquela que desejamos seguir.
Imaginamos a bandeira do Mal. O “Compendio Vaticano II” indica: “que Cristo nos libertou do poder do mal. O pecado porém impede o homem de conseguir a sua plenitude. O mal procede dos seres humanos e das estruturas por eles criadas.
Imaginemos agora, a Bandeira de Cristo, nosso Senhor. Consideremos como Cristo se apresenta numa grande planície da região de Jerusalém, num lugar humilde, belo e gracioso.
Escutaremos o discurso que Cristo dirige a todos os seus servos e amigos que envia a essa empresa. Recomenda-lhes que devem ajudar a todas as pessoas, atraindo-as, em alguns casos, a uma extrema pobreza espiritual, e não também à pobreza atual, se sua Divina Majestade quiser escolhê-los para esse estado. Em segundo lugar, ao desejo de opróbrios e desprezos, porque dessas duas coisas nasce a humildade. Cristo crucificado sofreu horrivelmente os mesmos. Deu-nos o exemplo.
Não vemos Jesus num pedestal. Está na “planície”, com simplicidade, num lugar “humilde, belo e gracioso”.
Há muita sede de lucro, de pedestais; muita vaidade e prepotência! Onde encontramos solidariedade, igualdade e espírito de serviço? Claro, é com Cristo Jesus.
Sentiremos a luta entre o SER e o TER. “Ter” quer dizer: riquezas, honras e poder. “Ser” quer dizer: andar como um filho de Deus, irmão e membro do povo de Deus. Na vida verdadeira escolheremos a Bandeira de Cristo.
Despertava a curiosidade da congregação o fato de o rabino desaparecer toda semana ao entardecer de sábado. Suspeitavam que ele estava se encontrando secretamente com o Todo-Poderoso; por isso, incubiram um dos seus membros de segui-lo.
Eis que o homem viu: o rabino disfarçava-se com roupas de camponês e trabalha para uma mulher cristã, na casa dela, limpando o quarto e preparando uma refeição especial para ela.
Quando o espião voltou, a congregação perguntou:
- Onde o rabino foi? Subiu ao céu?
- Não – respondeu o homem – ele subiu ainda mais alto.
